Palestra – DEFESA DA VIDA NASCENTE

Estamos na Semana Nacional da Vida e o Dia do Nascituro, de 1º a 8 de outubro.
O tema escolhido para a edição deste ano é “Família Santuário da Vida”, a partir das indicações contidas na encíclica Evangelium Vitae – sobre o valor e a inviolabilidade da vida humana.
A Pastoral Familiar da Paróquia São Benedito em comunhão com a Pastoral Familiar da Paróquia Santíssima Trindade, convida a todos para celebrar o dia do Nascituro virtualmente, dia 08/10 às 20h.
O tema será: “Defesa da vida nascente”.
com Magnólia Moura, gestora da Casa Luz.
Teremos a abertura de Pe. Jésus Neres, sss e participação especial de Maria Júlia.
Será virtual com transmissão, ao vivo, pelo Canal Rede Ação de Graças Rádio e TV.
Participe, compartilhe!
https://youtu.be/tIuLiMjM9HI

Papa Francisco – Dia Mundial das Missões

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE O PAPA FRANCISCO
PARA O DIA MUNDIAL DAS MISSÕES DE 2021

“Não podemos deixar de afirmar o que vimos e ouvimos” (At 4, 20)

Queridos irmãos e irmãs!

Quando experimentamos a força do amor de Deus, quando reconhecemos a sua presença de Pai na nossa vida pessoal e comunitária, não podemos deixar de anunciar e partilhar o que vimos e ouvimos. A relação de Jesus com os seus discípulos, a sua humanidade que nos é revelada no mistério da Encarnação, no seu Evangelho e na sua Páscoa mostram-nos até que ponto Deus ama a nossa humanidade e assume as nossas alegrias e sofrimentos, os nossos anseios e angústias (cf. Conc. Ecum. Vat II, Const. past. Gaudium et spes, 22).
Tudo, em Cristo, nos lembra que o mundo em que vivemos e a sua necessidade de redenção não Lhe são estranhos e também nos chama a sentirmo-nos parte ativa desta missão: «Ide às saídas dos caminhos e convidai todos quantos encontrardes» (cf. Mt 22, 9). Ninguém é estranho, ninguém pode sentir-se estranho ou afastado deste amor de compaixão. A experiência dos Apóstolos A história da evangelização tem início com uma busca apaixonada do Senhor, que chama e quer estabelecer com cada pessoa, onde quer que esteja, um diálogo de amizade (cf. Jo 15, 12-17).
Os Apóstolos são os primeiros que nos referem isso, lembrando inclusive a hora do dia em que O encontraram: «Eram as quatro da tarde» (Jo 1, 39). A amizade com o Senhor, vê-Lo curar os doentes, comer com os pecadores, alimentar os famintos, aproximar-Se dos excluídos, tocar os impuros, identificar-Se com os necessitados, fazer apelo às bem-aventuranças, ensinar de maneira nova e cheia de autoridade, deixa uma marca indelével, capaz de suscitar admiração e uma alegria expansiva e gratuita que não se pode conter. Como dizia o profeta Jeremias, esta experiência é o fogo ardente da sua presença ativa no nosso coração que nos impele à missão, mesmo que às vezes implique sacrifícios e incompreensões (cf. 20, 7-9). O amor está sempre em movimento e põe-nos em movimento, para partilhar o anúncio mais belo e promissor:
«Encontramos o Messias» (Jo 1, 41).
Com Jesus, vimos, ouvimos e constatamos que as coisas podem mudar. Ele inaugurou – já para os dias de hoje – os tempos futuros, recordando-nos uma caraterística essencial do nosso ser humano, tantas vezes esquecida: «fomos criados para a plenitude, que só se alcança no amor» (Francisco, Carta enc. Fratelli tutti, 68). Tempos novos, que suscitam uma fé capaz de estimular iniciativas e plasmar comunidades a partir de homens e mulheres que aprendem a ocupar-se da fragilidade própria e dos outros (cf. ibid., 67), promovendo a fraternidade e a amizade social. A comunidade eclesial mostra a sua beleza, sempre que se lembra, com gratidão, que o Senhor nos amou primeiro (cf. 1 Jo 4, 19). Esta «predileção amorosa do Senhor surpreende-nos e gera maravilha; esta, por sua natureza, não pode ser possuída nem imposta por nós. (…) Só assim pode florir o milagre da gratuidade, do dom gratuito de si mesmo. O próprio ardor missionário nunca se pode obter em consequência dum raciocínio ou dum cálculo. Colocar-se “em estado de missão” é um reflexo da gratidão» (Francisco, Mensagem às Pontifícias Obras Missionárias, 21 de maio de 2020).
E, no entanto, os tempos não eram fáceis; os primeiros cristãos começaram a sua vida de fé num mbiente hostil e árduo. Histórias de marginalização e prisão entrelaçavam-se com resistências internas e externas, que pareciam contradizer e até negar o que tinham visto e ouvido; mas isso, em vez de ser uma dificuldade ou um obstáculo que poderia levá-los a retrair-se ou fechar-se em si mesmos, impeliu-os a transformar cada incómodo, contrariedade e dificuldade em oportunidade para a missão. Os próprios limites e impedimentos tornaram-se um lugar privilegiado para ungir, tudo e todos, com o Espírito do Senhor. Nada e ninguém podia permanecer alheio ao anúncio libertador.
Possuímos o testemunho vivo de tudo isto nos Atos dos Apóstolos, livro que os discípulos missionários sempre têm à mão. É o livro que mostra como o perfume do Evangelho se difundiu à passagem deles, suscitando aquela alegria que só o Espírito nos pode dar. O livro dos Atos dos Apóstolos ensina-nos a viver as provações unindo-nos a Cristo, para maturar a «convicção de que Deus pode atuar em qualquer circunstância, mesmo no meio de aparentes fracassos», e a certeza de que «a pessoa que se oferece e entrega a Deus por amor, seguramente será fecunda (cf. Jo 15, 5)» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 279).
O mesmo se passa connosco: o momento histórico atual também não é fácil. A situação da pandemia evidenciou e aumentou o sofrimento, a solidão, a pobreza e as injustiças de que já tantos padeciam, e desmascarou as nossas falsas seguranças e as fragmentações e polarizações que nos dilaceram silenciosamente. Os mais frágeis e vulneráveis sentiram ainda mais a sua vulnerabilidade e fragilidade. Experimentamos o desânimo, a deceção, o cansaço; e até a amargura conformista, que tira a esperança, se apoderou do nosso olhar. Nós, porém, «não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor, e nos consideramos vossos servos por amor de Jesus» (2 Cor 4, 5). Por isso ouvimos ressoar nas nossas comunidades e famílias a Palavra de vida que ecoa nos nossos corações dizendo: «Não está aqui; ressuscitou» (Lc 24, 6); uma Palavra de esperança, que desfaz qualquer determinismo e, a quantos se deixam tocar por ela, dá a liberdade e a audácia necessárias para se levantar e procurar, criativamente, todas as formas possíveis de viver a compaixão, «sacramental» da proximidade de Deus para connosco que não abandona ninguém na beira da estrada. Neste tempo de pandemia, perante a tentação de mascarar e justificar a indiferença e a apatia em nome dum sadio distanciamento social, é urgente a missão da compaixão, capaz de fazer da distância necessária um lugar de encontro, cuidado e promoção. «O que vimos e ouvimos» (At 4, 20), a misericórdia com que fomos tratados, transforma-se no ponto de referimento e credibilidade que nos permite recuperar e partilhar a paixão por criar «uma comunidade de pertença e solidariedade, à qual saibamos destinar tempo, esforço e bens» (Francisco, Carta enc. Fratelli tutti, 36). É a sua Palavra que diariamente nos redime e salva das desculpas que levam a fechar-nos no mais vil dos ceticismos: «Tanto faz; nada mudará!» Pois, à pergunta «para que hei de privar-me das minhas seguranças, comodidades e prazeres, se não vou ver qualquer resultado importante», a resposta é sempre a mesma: «Jesus Cristo triunfou sobre o pecado e a morte e possui todo o poder. Jesus Cristo vive verdadeiramente» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 275) e, também a nós, nos quer vivos, fraternos e capazes de acolher e partilhar esta esperança. No contexto atual, há urgente necessidade de missionários de esperança que, ungidos pelo Senhor, sejam capazes de lembrar profeticamente que ninguém se salva sozinho.
Como os apóstolos e os primeiros cristãos, também nós exclamamos com todas as nossas
forças: «não podemos deixar de afirmar o que vimos e ouvimos» (At 4, 20). Tudo o que recebemos, tudo aquilo que o Senhor nos tem concedido, ofereceu-no-lo para o pormos a render doando-o gratuitamente aos outros. Como os apóstolos que viram, ouviram e tocaram a salvação de Jesus (cf. 1 Jo 1, 1-4), também nós, hoje, podemos tocar a carne sofredora e gloriosa de Cristo na história de cada dia e encontrar coragem para partilhar com todos um destino de esperança, esse traço indubitável que provém de saber que estamos acompanhados pelo Senhor. Como cristãos, não podemos reservar o Senhor para nós mesmos: a missão evangelizadora da Igreja exprime a sua valência integral e pública na transformação do mundo e na salvaguarda da criação.
Um convite a cada um de nós O tema do Dia Mundial das Missões deste ano – «não podemos deixar de afirmar o que vimos e ouvimos» (At 4, 20) – é um convite dirigido a cada um de nós para cuidar e dar a conhecer aquilo que tem no coração. Esta missão é, e sempre foi, a identidade da Igreja: «ela existe para evangelizar» (São Paulo VI, Exort. ap. Evangelii nuntiandi, 14). No isolamento pessoal ou fechando-se em pequenos grupos, a nossa vida de fé esmorece, perde profecia e capacidade de encanto e gratidão; por sua própria dinâmica, exige uma abertura crescente, capaz de alcançar e abraçar a todos. Atraídos pelo Senhor e a vida nova que oferecia, os primeiros cristãos, em vez de cederem à tentação de se fechar numa elite, foram ao encontro dos povos para testemunhar o que viram e ouviram: o Reino de Deus está próximo. Fizeram-no com a generosidade, gratidão e nobreza próprias das pessoas que semeiam, sabendo que outros comerão o fruto da sua dedicação e sacrifício. Por isso apraz-me pensar que «mesmo os mais frágeis, limitados e feridos podem [ser missionários] à sua maneira, porque sempre devemos permitir que o bem seja comunicado, embora coexista com muitas fragilidades» (Francisco, Exort. ap. pós-sinodal Christus vivit, 239).
No Dia Mundial das Missões que se celebra anualmente no penúltimo domingo de outubro, recordamos com gratidão todas as pessoas, cujo testemunho de vida nos ajuda a renovar o nosso compromisso batismal de ser apóstolos generosos e jubilosos do Evangelho. Lembramos especialmente aqueles que foram capazes de partir, deixar terra e família para que o Evangelho pudesse atingir sem demora e sem medo aqueles ângulos de aldeias e cidades onde tantas vidas estão sedentas de bênção.
Contemplar o seu testemunho missionário impele-nos a ser corajosos e a pedir, com insistência, «ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe» (Lc 10, 2), cientes de que a
vocação para a missão não é algo do passado nem uma recordação romântica de outrora. Hoje, Jesus precisa de corações que sejam capazes de viver a vocação como uma verdadeira história
de amor, que os faça sair para as periferias do mundo e tornar-se mensageiros e instrumentos de compaixão. E esta chamada, fá-la a todos nós, embora não da mesma forma. Lembremo-nos que
existem periferias que estão perto de nós, no centro duma cidade ou na própria família. Há também um aspeto da abertura universal do amor que não é geográfico, mas existencial. Sempre, mas especialmente nestes tempos de pandemia, é importante aumentar a capacidade diária de alargar os nossos círculos, chegar àqueles que, espontaneamente, não sentiria como parte do «meu mundo de interesses», embora estejam perto de nós (cf. Francisco, Carta enc. Fratelli tutti, 97). Viver a missão é aventurar-se no cultivo dos mesmos sentimentos de Cristo Jesus e, com Ele, acreditar que a pessoa ao meu lado é também meu irmão, minha irmã. Que o seu amor de compaixão desperte também o nosso e, a todos, nos torne discípulos missionários.
Maria, a primeira discípula missionária, faça crescer em todos os batizados o desejo de ser sal e luz nas nossas terras (cf. Mt 5, 13-14).

Fonte: https://www.vatican.va/content/francesco/pt/messages/missions/documents/papa-francesco_20210106_giornata-missionaria2021.html

Celebração dos 30 anos de episcopado de Dom José Antonio

Aconteceu no último dia 20 do mês de setembro de 2021, a celebração em ação de graças pelos 30 anos de ordenação episcopal do nosso Arcebispo Metropolitano.
A Santa Missa foi celebrada no Seminario São José – Filosofia, tendo como presidente nosso Arcebispo, e concelebrantes alguns bispos do nosso regional, tal como Dom Vasconcelos, bispo da diocese de Sobral e presidente do regional; Dom Eduardo Malaspina, administrador apostólico da Diocese de São Carlos, diocese de origem de Dom José; Dom Plínio, bispo da diocese de Picos e filho da nossa Arquidiocese; Dom Edmilson, bispo da diocese de Tianguá; Dom Rosalvo, bispo da diocese de Itapipoca; Dom Valdemir e Dom Júlio César, bispos auxiliares da nossa Arquidiocese, além dos Padres formadores dos nossos seminários, vigário geral, vigário judicial e coordenador de pastoral, representando todo o clero de Fortaleza.
Dom José expressou sua grande alegria em 30 anos de seu episcopado, 23 dos em uma total dedicação como pastor em Fortaleza. Pediu que continuássemos rezando pelo seu ministério, unindo um ao outro como Igreja de Cristo.
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domjose #30anos #episcopado #fortaleza #papafrancisco #igrejacatolica

Fonte: https://www.facebook.com/arqfortaleza/

Inscrições para Batismo

Incrições para batismo de crianças, dias: 1º e 2 de setembro, às 19h, quadra da igreja matriz, localizada na av. C, nº 311, segunda etapa – Prefeito José Walter.

Maiores Informações:
Segunda a sexta, 15h às 20h
(85) 99819-4263

COMO ADORAR O SANTÍSSIMO SACRAMENTO

Ajoelhar-se diante do Santíssimo Sacramento e ficar em adoração é um dos momentos fortes de nossa vida cristã, entretanto, não sabemos bem como fazê-lo. “Para bem rezar não há necessidade de falar tanto! Sabemos pela fé que Deus está ali, no sacrário; abrimos-lhe o nosso coração e sentimo-nos felizes por ser admitidos à sua presença. É a melhor maneira de rezar”, nos explica São Cura d’Ars. Gozar da Sua presença é, com certeza, a chave para uma adoração que dá frutos, entretanto, nem sempre é fácil, em nossas vidas trepidantes, aquietar suficientemente nosso interior para sentar-se (ou ajoelhar-se) e simplesmente adorar o Senhor. Propomos aqui algumas chaves para responder a seus questionamentos.

Não se trata aqui de uma espécie de monólogo interior, mas de uma troca. “Eu O olho, Ele me olha”, dizia um paroquiano de São Cura d’Ars. E é exatamente isso que está acontecendo no momento em que estamos recolhidos diante do Santíssimo Sacramento: estamos ali para adorar, mas Ele também está ali nos amando profundamente. A adoração não é uma via de sentido único, mas mútua. Guardemos isso no coração cada vez que nos colocamos em adoração.

Tomar consciência da presença real de Jesus Cristo
Quando vamos adorar o Santíssimo Sacramento, é indispensável tomar consciência da presença real de Cristo. Devemos ter aí um ato de fé. Sabemos que Ele está lá. Às vezes, podemos senti-Lo de forma palpável, mas, em outros momentos, só sabemos que Ele está ali porque estamos intimamente convencidos. De qualquer modo, sentindo ou não, estejamos conscientes de que Ele está realmente lá, presente na hóstia consagrada. Tenhamos no espírito que não estamos sozinhos diante do Santíssimo Sacramento: Ele está lá conosco.

Rezar diante do Santíssimo Sacramento

Amar Jesus Cristo
A adoração do Santíssimo Sacramento não pede necessariamente uma oração falada. Ela pode dar-se de forma suficiente em um sentimento de amor profundo. Colocar-se diante do Senhor em adoração e dá-lo todo o seu amor, sentir todo amor que temos por Jesus e oferecê-Lo, de forma simples, sem buscar mais do que isso.

Falar com Jesus como se fala a um amigo
Amar Jesus significa fazê-Lo confiança. Podemos ir até Ele e oferecê-Lo todos os nossos sofrimentos e fraquezas – essa pode ser, particularmente, nossa dificuldade em estar totalmente presente, consciente da sua presença real, essa dificuldade de não se deixar levar pelas preocupações humanas durante a adoração.

Oração do coração
Como alguns ortodoxos ainda praticam muito hoje, podemos praticar também essa oração do coração, rezada diante de Jesus, que consiste em repetir uma frase no ritmo de sua respiração, ruminando-a, até que ela faça plenamente parte de nós. Tradicionalmente, essa frase é a seguinte: “Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tende piedade de meu pecado”.

Entretanto, podemos tomar qualquer verso bíblico e repeti-lo da mesma forma, ou até mesmo utilizar nossas próprias palavras para falar com Jesus dessa forma. Você pode até mesmo cantar interiormente, tudo é possível, a única regra é oferecer sua oração, não importa qual seja sua forma, a Jesus, e amá-Lo profundamente. É assim, simples como somos: coloque em sua oração todo amor que uma criança coloca na flor – ou no graveto, ou na pedra, ou no desenho… – que ele dá a sua mãe.

Terço do Santíssimo Sacramento
Se você deseja uma oração mais construída, a fim de que sua concentração continue no Santíssimo Sacramento, então você provavelmente gostará de rezar o terço do Santíssimo Sacramento.

Terço
Enfim, Maria não é nosso modelo mais puro? Ela não foi a primeira a adorar Jesus? Sendo assim, rezar o terço – e, ainda mais, o rosário – permite que você medite os mistérios da vida de Jesus, de modo a sentir-se mais próximo dEle.

Fonte: https:/hozana.org/pt/oracao/

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